A vida fica mais bela, mas o orçamento mais apertado com a chegada de um bebê, não adianta. Mas, para não sair da linha, economizar não necessariamente significa comprar o mais barato, como ouvimos muito por ai.
Quando a criança é muito pequena, ela perde rapidamente o interesse pelas coisas. Na verdade, o mundo a sua volta é tão maravilhoso e motivador, que ela quer desbravar tudo ao mesmo tempo, parecendo que liga apenas 5 minutos para cada objeto. Nessa fase, acho bacana algumas dicas baratas e super importantes para o desenvolvimento mês a mês do bebê, abordado neste post:
Atividades baratas e simples por fase de desenvolvimento do bebê – 0 a 24 meses
Já maiorzinhos, começam a ter maior interesse pelas coisas e focarem mais. Clarinha, minha filha, com 1 ano e meio já passava um tempão brincando de massinhas. Sob supervisão, é claro, mas adora a atividade. Não há padrão: cada criança mostrará interesse por algum tipo de brinquedo, uma pode amar Legos e outra não ligar, por exemplo.
Sabe aquelas frases: “o barato sai caro?”ou ainda “esse produto tem um ótimo custo x benefício”?
O há por trás delas e como aplicar esses conceitos para compras concientes dos presentes de natal que já está aí? Eu uso esse conceito não apenas para comprar brinquedos, mas também para qualquer compra aqui na minha casa…Invisto em brinquedos que “cresçam com a criança”. Assim o custo desse brinquedo será diluído no tempo em que a criança se beneficia brincando com ele, deixando seu custo x benefício melhor.
Dizem muito por aí que LEGO ou MEGABLOKS é caro, por exemplo.
https://www.mamaeplugada.com.br/2015/01/importancia-de-brincar-de-lego-na/
Mas é um brinquedo que se usa por anos, se a criança curtir blocos de montar! Então, colocando o valor do caro diluído no tempo, sai barato, entende? Por exemplo: Se custa R$ 200, mas será usado por 4 anos (4×12 meses=48), será R$ 200/48 = R$, 4,16 por mês o custo do brinquedo.
Se você comprar brinquedos que se usa por um ou dois meses, num exemplo hipotético (alguns usam mais tempo), como a cadeira bumbo, serão uns R$ 500/2 meses = R$ 250 por mês.
Mesmo um simples chocalho. Se a criança usar por 3 meses e custar R$ 50 o produto, será 50/3 = R$ 16,66 por mês o custo do brinquedo.
Vale a pena fazer essa conta também antes de fazer aqueles aluguéis de brinquedos por mês. Leve em conta de que você pode vender o brinquedo usado, se estiver em boas condições mais para frente ou ainda usar por mais tempo, com o irmãozinho, representando um valor adicional a ser computada no cálculo do custo benefício.
Por exemplo: você comprou um Jumperoo por R$ 1000,00 (valor hipotético). A criança usou por 5 meses. Seriam 1000/5 = 200 por mês. Só que você ainda pode vender seu Jumperoo usado – em bom estado – a procura é enorme. O da Clara eu anuncie no Mercado Livre e vendi em minutos, no primeiro dia de anúncio, por uns R$ 400, mais ou menos. Então, refazendo o cálculo, R$1000 (que investi) – R$ 400 (que recebi ao vender) = R$ 600. Dividindo esses 600 por 5 meses, o custo mensal da criança beneficiar-se desse brinquedo será R$ 120. Se o aluguel do brinquedo estiver abaixo desses R$ 120 por mês, vale a pena. Caso contrário não!
“Ah, mas como vou saber se venderei ou não?”. Avalie em grupos de desapegos e veja no OLX e mercado livre os anúncios de usados. São muitos? Por quanto estão vendendo? Por ai, você tem uma idéia!
“Ah, mas não sei quanto tempo meu filho se beneficiará desse brinquedo”. Para melhor projetar isso, pesquise com amigas, grupos de mães (se quiserem, existe o Grupo fechado Mamãe Plugada no facebook) e afins por quanto tempo os filhos delas mantiveram o interesse por determinado brinquedo e faça um cálculo aproximado.
“E como fica o valor do quanto aquele produto, mesmo caro, está facilitando a minha vida?”. Realmente, o que vale não é apenas o custo por mês de uso para determinar se algo está valendo a pena ou não. O valor sentimental daquilo, claro, conta e muito. Eu usei a bumbo por pouco tempo, mas enquanto usei foi intensamente, estava sozinha, longe da família e sem ajuda, então não me arrependeria em comprar. Mas ainda assim vale a conta para ver se está valendo a pena alugar.
No meu caso, uma amiga tinha a cadeira BUMBO e peguei emprestado ?.
Outro exemplo de valor sentimental são objetos de família. Ás vezes, custa muito mais caro reformar um móvel de época do que adquirir um novo. Mas se você ama vintage e gosta da lembrança de estar com algo que pertenceu à sua família por anos, isso deve ser sim considerado. É o valor sentimental.
Existem também os produtos com algum propósito. Como brinquedos que estimulam o desenvolvimento da fala, por exemplo.
https://www.mamaeplugada.com.br/2016/01/brinquedos-que-estimulam-desenvolvimento-da-fala/
Esse cálculo é para tudo na vida. Às vezes me perguntam: “Nossa, essa sua calça jeans é cara!”. Eu respondo: “Sim, mas estou usando-a faz 5 anos”. Nessa conta, ela sairia muito mais barata do que alguma de pior qualidade. Não que não existam fast fashion de excelente qualidade (tem sim!!!), mas tudo vai da avaliação produto a produto.
Espero ter ajudado vocês!
Um beijo, Marrie
Leia também:
Gastos básicos nos primeiros anos de vida do bebê, planilhas excel e infográfico
https://www.mamaeplugada.com.br/2016/05/de-economista-passando-a-dona-de-casa-e-agora-empreendedora-digital/

Leomara Daiane Lima
6 de outubro de 2017 at 22:26Cláudio Rodrigues Dos Santos olha!
Telma De Carvalho Pinheiro
6 de outubro de 2017 at 13:48Tenho esse pensamento tb, antes poucos brinquedos de qualidade do que um monte de tranqueiras pela casa! Menos é mais!
Andressa Caroline
6 de outubro de 2017 at 11:56Lyssandra Torres
Aline Cristina
6 de outubro de 2017 at 11:43Sou mãe de primeira viagem, ainda estou na fase do acho lindo logo compro kkkk
Mamãe Plugada
6 de outubro de 2017 at 11:51Eu sei bem o que é isso… foram anos para que eu percebesse que muito daquilo não era necessário, rsrsrs
Mônica
3 de novembro de 2016 at 17:33Já passei por todas essas etapas,e procurei lojas de brinquedos e achei uma que prima pela educação das nossas crianças.Espero que gostem,eu fui super bem tratada e adorei. specialtoys. com.br