Pode ser clichê dizer o quanto te amo, mas digo mesmo assim. Digo não, grito. Um dia quero que leia meu blog de cabo a rabo e veja o quanto preocupada com você fui desde a compra de sua primeira roupinha.
O quanto te desejei e sonhei com cada detalhe desse rostinho seu. O quanto vibrava, ao ver nos ultrassons, sua bochecha, que já era imensa❤️.
Eu abdiquei muito de mim por você, por escolha própria e digo que nunca tive presente melhor na vida. Só de ver seu sorriso todos os dias, absolutamente tudo vale a pena: as dores nas costas, as olheiras no rosto, o cansaço físico e mental. Com você, veio de forma arrebatadora o fortalecer da nossa família: no início chegou como um terremoto, movendo as estruturas, e aos poucos foi-nos mostrando que sem nossa união, nada na vida teria sentido.
Afinal, o amor muda de forma e expressão ao longo do tempo, mas continua amor. E amor entre os integrantes da família, embora seja o mesmo amor, por mais paradoxal que soe, também atua de forma diferente. O mesmo amor mutante. Amor paixão, pelo seu papai, só uma vez na vida. 15 anos depois, já é um amor maduro. Um amor doação, um vivendo para “tentar” fazer o outro uma pessoa melhor e, consequentemente, mais feliz.


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