Quem é a Mamãe Plugada?

Muitas seguidoras do instagram me pediram um post sobre quem está atrás do MAMÃE PLUGADA:
Prazer, sou a MARRIE OMETTO, que dirige os  blogs Mamãe Plugada e 2 Fashion Style.
Gosto e admiro mães que priorizam seus filhos, independente do tipo de parto, se amamentou ou não, se tem babá ou não, se trabalha fora ou não! Admiro a boa vontade destas guerreiras, que entendem que tudo tem sua hora e que dão o melhor de si para estes pequeninos que formarão o futuro da nossa nação! Que mesmo cansadas depois de um cansativo dia de trabalho (trabalho fora ou em casa, trabalho é trabalho) vão dar atenção e carinho a este serzinho. Admiro da mesma forma  mulheres pausam alguns planos presentes para dedicar-se exclusivamente a primeira infância deste novo ser. Trabalhar ou não, amamentar ou não conseguir, ter babá ou não, estas questões são menores. O que importa é a DEDICAÇÃO, a QUALIDADE do tempo e algum SACRIFÍCIO que vc faz para fazer de uma criança um grande homem. Vejo #mimimis aqui no Insta e juro, não respondo, pois pessoas gostam de distorcer nossos pensamentos.
Neste post vou falar um pouco como é #\MATERNAR AQUI EM CASA.
Antes de qualquer tipo de crítica, ressalto que isso foi o que eu e meu marido decidimoa para minha família, a melhor forma de atender a primeira infância da minha baby.
* AMAMENTAÇÃO – Amamentei a Clara até os 6 meses. Tive muito leite desde o começo, mas sofri nos primeiros dias de vida da Clara: Logo que nasceu ela não quis mamar, ficou 24h sem querer saber de nada! No hospital me orientaram que, enquanto ela estivesse hidratada, isso não seria problema, visto que os bebês já nascem com uma “reserva” no estômago. No outro dia, não acertávamos a correta “pega” dos seios, que estavam vazando e eu até com uma glândula mamária suplementar na axila, de tanto leite. E nada de ela pegar. Tomou formula no copinho, pois estava desidratando. No terceiro dia, consegui amamentar, mas a pega ainda estava errada e a Clara não conseguia sugar o que precisava. Resultado? Berrava de fome! Quase desisti! O que me deu forças foi o Pediatra dela, que passou umas 2 horas só nos ensinando como acertar nesta famigerada “pega dos seios”. E enfim, conseguimos! Não só a amamentei, como doei leite para um hospital público de São Paulo, por meses. Porém, com uma tragédia familiar (morte de meu pai e uma semana depois de uma tia muito querida), meu leite secou por completo. Sorte que, nisso, a Clara já tinha 6 meses. Amamentaria mais se pudesse.
Digo que só consegui amamentar, apesar da imensa quantidade de leite, por sorte e muito esforço. O fato de eu ter conseguido, NÃO me faz mais mãe do que as que não conseguem. Sou contra apenas a mães que não amamentam por vaidade. Por medo do peito cair (pasmem, isso existe). MINHA OPINIÃO!
* ME CUIDO? Muito, mas como posso. Gosto do mundo Fashion, mas não sou bitolada em ditadura da beleza. Acredito que precisamos estar bem com nos mesmas, mas acredito muito na beleza interior TAMBÉM. Quem segue meu perfil pessoal no IG @marrieometto vê que estou longe de ser uma mãe largada. PORÉM, em primeiro lugar está minha filha e meu precioso tempo com ela.
* CARREIRA – optei por ser mãe em tempo integral e “estar” blogueira por um tempo. Economista com 10 anos de experiência, atuava como analista de investimentos num Fundo de Investimentos Estrangeiro. Acabei adiando a maternidade por “não saber” como tocar a carreira (que demanda muitas horas de trabalho ao dia, muito mais do que as 8h de praxe) longe de toda a família, com um marido que mais viaja do que fica em casa (ele é piloto de avião @cmtepopin). Aos 30 anos, decidi engravidar e tentar levar a carreira simultaneamente. Até cheguei a deixar a pequena Clara num berçário para período de adaptação, onde ela passaria 12h por dia (1h para chegar no trabalho, outra para voltar, 9h expediente +1h almoço). Porém, com a rotina regrada dela, de dormir as 18/19h todos os dias e acordar as 7 da manhã, fiquei imaginando qual o contato que teria com ela. Pensei também em como faria com minhas viagens para reuniões de negócios, sendo que o pai viaja mais que eu. Nenhum apoio da família, que como disse, mora longe. Diante deste cenário, resolvi “pausar” a carreira de economista para “estar mãe integralmente”, pelo menos até minha bebê completar 1 ano e meio. Conversei com o #PEDIATRA e ele me afirmou que até 1 ano e meio não há nenhum ganho á criança por freqüentar a escola. Com 1 ano e meio “empata” ganhos e perdas. A partir de 2 aninhos, já é legal colocar.
Na internet rola umas ofensas bobas de mãe para mãe e digo: Sou mais mãe por isso? Lógico que não! Apenas julguei isso interessante AQUI por ter família que mora longe e por eu ter uma carreira que demanda muitas horas de dedicação.
FUTURA CARREIRA: Tenho um bom currículo e absoluta certeza que me reencaixo depois no mercado de trabalho. Não é porque tirei um ano quase “sabático” (#sqn pois trabalho muitooooo, rsrs), para me dedicar a esta fase que julgo importante, que sou uma pessoa que não se ama. Me realizei profissionalmente, hoje me realizo como mãe e amanha, me realizarei profissionalmente de novo, mais tranquila e feliz. Agradeço a Deus por poder ter condições de fazer isso por um tempo.
* TENHO CACHORRO? 2 por falta de 1. Amo os animais e a interação delas com a bebê só trazem vantagens. Clara tem 8 meses e nunca adoeceu. Não acredito que eles possam trazer doenças a um bebê.
* MARIDO: Estou com meu marido a 14 anos, somos amigos de infância e começamos a namorar ainda no colégio. Super companheiros. Melhor pessoa que eu já encontrei na vida!
* TENHO EMPREGADA / BABÁ: Não, e por opção. Meu apartamento é pequeno e não gosto de gente em casa comigo o dia todo. Tenho uma diarista que vem 1x na semana me ajudar. Não vejo NADA de errado em quem tem, contanto que a educação não seja delegada, terceirizando está responsabilidade, que é da mãe.
* Mais uma vez: RESPEITO TODAS AS DECISÕES, DESDE QUE SE COLOQUE A CRIANÇA NUM ALTO GRAU DE IMPORTÂNCIA! Um bebê vem para somar e não para subtrair nada. Cada um sabe o que é melhor para si!
Meu blog, insta e face são super solícitos, vivo recebendo emails, mensagens e directs, respondo tudo (posso até demorar, mas respondo).
Um beijo, Marrie
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1 Comment

  1. Ana Carolina Cilone

    20 de agosto de 2014 at 00:21

    Adorei conhecer melhor a mamãe Plugada! Eu tb optei por me dedicar exclusivamente as minhas filhas e não me arrependo nem um pouco! É mto bom poder curti-las nesses primeiros anos!

    Bjs

    Carol do blog Laços Maternos

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