A questão do peso dos bebês: por que ser fit, rechonchudo ou qualquer outro padrão visual nem sempre é o saudável.
Minha filha Clara é acompanhada de perto pelo pediatra dela desde sua primeira semana de vida. Graças a Deus ele é um excelente profissional, que sempre me deixa munida de informações valiosíssimas para a saúde dela.
Algumas mamães sempre me questionaram sobre a questão do peso da Clara, pois a consideravam uma bebê “fit”, ou seja, mais magrinha do que o comum. Quando respondi hoje, para uma leitora, o que o pediatra dela diz, ela me sugeriu escrever sobre isso, pois outras mamães podem ter a mesma preocupação. Então dividirei com vocês…
Um médico pediatra escreveu, em algum lugar, algo do tipo (se souberem quem foi, me avisem que coloco os créditos com todo o prazer): “No mundo há pessoas de todos os tamanhos, e qualquer manhã, quando vamos comprar pão, cruzamos com pessoas que pesam 50 kg e outras que pesam 100 kg. Você realmente acha que essas pessoas pesavam o mesmo quando tinham 3 meses? Por que é tão difícil aceitar as diferenças no peso dos filhos?”
A avaliação do peso de um bebê tem que ser evolutiva, ou seja, deve-se levar em conta o ganho de peso em um determinado período de tempo e acompanhadas por consultas de rotina. Nelas, o pediatra sempre vai pesar a criança e estabelecer uma curva de crescimento, comparando com a estatura. Essa curva é medida por uma tabela internacional, baseada na média das medidas de crianças de várias partes do mundo.
O que significa esta curva?
O padrão da tabela é da Organização Mundial de Saúde (OMS), a qual, de tempos em tempos, atualiza as curvas para acompanhar as mudanças físicas sofridas pelas populações. Hoje, na tabela utilizada, números da direita são chamados percentis. O percentil 75 significa que de cada 100 crianças saudáveis, 75 estão abaixo daquela curva e 25 estão acima. A curva em azul é para os meninos e a curva em rosa é para as meninas.
O pediatra vai observar se o aumento do peso do seu filho forma uma curva, mais ou menos paralela à curva da tabela pediátrica. Pode ser mais para cima ou mais para baixo. Só há motivo de preocupação quando o formato da curva não segue o do padrão (como quando o peso “estaciona” por muito tempo ou quando cai, e mesmo assim dependendo do histórico de cada criança).
No caso da Clara, ela fica no percentil 95 para altura, isso desde bebezinha, seguindo um padrão (importante) e fica no percentil 50 para peso, ou seja, tem o peso médio para um bebê na idade dela. Como uma boa mãe de primeira viagem (cheia de dúvidas), cheguei a questionar o pediatra da Clara se haveria a necessidade de eu oferecer um mingau para dar mais sustância no cardápio dela. Ele foi super contra, além de ser avesso a oferta de mingau para crianças, como engordante ou “saciador da fome”, ele me disse que o objetivo era desenvolver e fortalecer os músculos dela, para um crescimento saudável e adequado, e não aumentar a gordura corporal dela. Disse que eu estou fazendo minha parte corretamente: uma alimentação super balanceada, natural, regrada. Além de todos os fatores citados, o desenvolvimento do peso dela é resultado do biotipo e genética, já que a alimentação é bem regrada e balanceada.
Este é meu caso! O importante para vocês, mamães, é proporcionar aos seus filhos um
acompanhamento médico contínuo. Procure não ficar comparando seu filho com os dos outros, já que cada criança se desenvolve do seu jeito, a seu tempo, e cada uma tem uma genética familiar própria.
Vale lembrar que, para mamães com filhos de 1 aninho, o ganho de peso após esta idade diminui o ritmo, portanto, fiquem tranqüilas. Costumo a dizer que, se o meu pediatra de confiança está tranquilo, eu estou também!
Ah, e para quem quiser, este é o link para o blog do pediatra da Clara, o Dr André Dutra Rodrigues. No site dele tem o telefone e endereço também! http://clinicadutrarodrigues.com.br/blog/
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Liliane Tel Ferraz Santos
2 de dezembro de 2016 at 14:05Minha filha tbm é magrinha, sempre foi. Mas sempre teve uma curva com crescimento perfeitinho…
E ela nunca fica doente, se começa gripar ja logo sara sem remédios mesmo….
Nao to nem um pouco preocupada com o peso dela
Bianca Andrade
2 de dezembro de 2016 at 12:41A minha tem 2 e 7 e agora que esta indo para 11 kgs,e esperta, inteligente,saudável, quase não come doce,sal ou besteiras.tento não forçar a barra, mesmo pq fui igualzinha… Sempre ouço que ela e magrinha…e sempre respondo para quem fala isso…se quiser o telefone do pediatra dela te dou
Talitah Fiorese
2 de dezembro de 2016 at 08:52Minha filha é bem assim, acabou de completar 2 anos e ainda não chegou nos 10kg (tá quase lá) agora que ela começou a usar o tamanho 1 de roupinha. Mais é uma espuleta, muito esperta pra idade, e come bem dentro do limite dela ( a gente diz que ela come igual passarinho, de pouquinho em pouquinho)
E já cansei de escutar principalmente das vovós: “ela é tão magrinha, tadinha, olha só essas perninhas, tão sequinhas”
Hehehe, mais eu sei que elas só querem o bem dela!
Vanessa Cristina
2 de dezembro de 2016 at 08:23Rosemeire Gomes
Wanessa Dejavitte
2 de dezembro de 2016 at 02:32Cristina Nunes
Elaine Sgarbi
2 de dezembro de 2016 at 02:24Carina Sgarbi Robson
Talita Schmidt Luso Guilhen
2 de dezembro de 2016 at 01:08O pior qd outra mãe compara c o filho dela e diz que o dela é muito mais pesado e aí vc vai ver a criança come só besteira como balas, salgadinho etc antes de um ano…É muito triste essa idéia das pessoas que ser gordinho qd bebe é ser saudavel…
Ariane Nunes Bender
2 de dezembro de 2016 at 00:19Também sempre escutei e ainda escuto isso. ….
Elizabete Moreira
2 de dezembro de 2016 at 00:11Elizany de Araujo
Monique Dultra
1 de dezembro de 2016 at 23:57Kiara Kiara Bonfim