Uma companhia aérea está colocando “zonas de silêncio” em suas aeronaves, onde as crianças não são bem-vindas.
Um dia não fomos mães. E sabemos que voar perto de uma criança gritando ou chutando nossas costas pode não ser a experiência mais agradável de todas. Como mães, sabemos que fácil não é, mas somos mais empáticas. Uma criança berrando pode estar com dor de ouvido ocasionada pela pressão nas decolagens e aterrissagens, por exemplo. Pode ser tédio – ninguém acha gostoso passar horas trancado num lugar fechado e, para crianças, o martírio é maior, pode ser sono, pode ser birra… Tanta coisa tão compreensível e humano! Quem nunca na vida um dia foi criança?
Uma vez, numa viagem por uma companhia área internacional para a Europa, presenciei uma mulher pedindo para a Comissária de Bordo abordar uma mãe, cujo bebê não parava de chorar. Eu não era mãe, mas senti muita pena daquela mulher, que pediu que a comissária pegasse então a criança ela mesma para tentar acalmar, já que ela há houvera tentado de tudo…
Como pode, gente?
E, além de tudo, trata-se de um transporte coletivo. E em coletividades, existem coisas que não agradam mesmo, não tem como!
Ou veremos isso como hotéis com áreas proibidas para os pimpolhos, para aqueles que os vêem como monstrinhos, como se nunca na vida tivessem sido crianças?
Enfim…O fato é que a IndiGo, uma companhia aérea de baixo custo na Índia, parece tratar as crianças como um inconveniente e, por isso, eles começarão a testar umas zonas na aeronave onde as crianças menores de 12 anos não poderão sentar-se, conforme anuncio do twitter abaixo.
Em um comunicado relatado pela NBC, a IndiGo disse que as zonas foram criadas para melhor atender aos interesses dos passageiros que viajam para o trabalho, que muitas vezes necessitam usar o tempo tranquilo para fazer seu trabalho.
O anúncio foi recebido com opiniões mistas no Twitter e a IndiGo vai continuar com a sua proposta.

Entendo que o executivo tem pouco tempo e que, muitas vezes, usam o tempo de vôo para trabalhar, responder emails ou produzir relatórios. Já estive nesse papel, quando economista. Mas existem fones de ouvido e outras maneiras.
Acho que privar seres humanos de áreas coletivas já tão pequenas, como no caso de uma aeronave, um ato de intolerância, falta de empatia e falta de senso de vida em comunidade. Mas, enfim… é só minha opinião!
E qual é a de vocês?
Bjs, Marrie
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Oranda Medeiros
15 de outubro de 2016 at 21:30Eu já viajei c pais q estavam c bebês. Qdo é o caso de chorar no pouso e decolagem, por causa da pressão, eu fui super solidária, levantei pra ajudar durante a madrugada, pois fiquei morrendo de dó de mãe, pois ela estava exausta e o bb estava sofrendo. Mas o q incomoda, n é o BB q chora por causa de pouso ou decolagem ou pq esta c uma dor. E sim aquela criança Q n tem limites. Q te chutam. Q gritam no seu ouvido. Fazem birrA. Acho q cabe aos pais tb, caso a criança fique muito agitada em voos longos,q espere o tempo dela para fazer viagens mais cansativas. O q me irrita é q os pais n se incomodam c isso ( obvio q n sao todos ).Acham normal, Pois são criança e os outros TEM q suportar.Eu entendo q as vezes a situação pode sair do controle, mas quem esta perto tem q ter seu espaço preservado.Muitos pais, eqto as criancas estão derrubando o aviao, estao dormindo!!!! Eu n achei a ideia ruim e creio q será uma tendência.. A criança n vai na asa do avião e nem debaixo do Banco. Só vai deixar em alas separadas, pra evitar conflito. Eles terao o espaço deles e quem esta sem crianca, terão o deles. Qto ao povo q fede, ronca, chuta poltrona,mesmo sendo adulto, eu tb reclamo e consigo q a comissária me mude de lugar. rs
Daniel Mello
14 de outubro de 2016 at 14:53Pessoal, acredito eu, que tenha-se criado essa área de “intolerância”, bem mais para os pais sem noção do que para as crianças. Todos já foram crianças um dia e compreendem.
Mariane Nunes
14 de outubro de 2016 at 08:45Eu sou a favor, pois quem nao tem filho quer sossego mesmo. Eu tenho um filho de 1 ano e 5 meses, e grávida de 5 meses, eu entendo que crianças nao sao fáceis. Ninguém é obrigado a viajar com criança chorando no ouvido
Ana Carolina Acerbi
14 de outubro de 2016 at 01:36Me lembrou esse texto que li essa semana
http://melhorcomsaude.com/uma-crianca-feliz-e-barulhenta-inquieta-alegre-e-rebelde/