Não se compra o amor de uma criança

Não se compra o amor de uma criança. Se o tem, és bilionária!

Você pode comprar uma flor, um buquê, uma floricultura se tiver dinheiro.

Mas não é capaz de comprar o famigerado amor, aquele que todos buscam e muitas vezes nem sabem o que é, de onde vem, de que se alimenta…

Buscam amor no que a enxurrada diária de lavagem cerebral midiática nos faz acreditar ser prova de amor: no presente caro, na declaração espalhafatosa, na exposição, nos filtros, nos risos amarelos e, nessa cegueira, deixam de perceber – e viver – aqueles mais sinceros sinais, donos de uma verdadeira explosão de felicidade para os poucos que conseguem enxergar a essência. Coisas sem nenhum valor monetário, mas de enorme significado, como singelos gestos.

Agora me conta: Você já se deu conta de quanto amor recebeu hoje? E do tanto que deu em troca ao se doar nas pequenas atividades do dia?

Eu já… E só por isso já me sinto bilionária.

Por @MarrieOmetto, autora de “Desapareci ao Virar Mãe, Mas Reencontrei-me”, disponível para vendas na Amazon (link http://bit.ly/livrodesapareciaovirarmae), Editora Bianch e Livraria Cultura.

8 Comments

  1. Karini Durigan Piascitelli

    20 de janeiro de 2018 at 01:08

    Impressionante como ao nos permitimos olhar com essa ótica…percebemos que a felicidade está em muitos momentos do nosso dia!
    A felicidade, o amor, não estão no exterior, não estão nas coisas!!!

  2. Heloisa Helena

    20 de janeiro de 2018 at 01:03

    Linda reflexão! Obrigada!
    Sim às duas perguntas✨✨

  3. Sara Rafaela

    19 de janeiro de 2018 at 22:31

    Como sempre lindo texto. Quero muito ler seu livro, tenho certeza que é ótimo.

Comente! Sua opinião é importante!