Mesmo com toda a recomendação da Associação Americana de Pediatria contra TVs e Ipads (confira post aqui, com minha opinião), estudo realizado pelo site britânico Tech21, cujo foco é tecnologia, comprovou que 12,5% dos bebês (um a cada oito) na Inglaterra disseram “tablet” como primeira palavra. Isso mesmo, gente: nada de “mamãe” ou “papai”, parece que a maior referência para os pequeninos na Inglaterra é mesmo o “mágico” aparelho.
Mesmo obviamente conectados com seus tablets, os bebês não têm coordenação suficiente para manter o aparelho intacto. Outro dado revelado pelo estudo é que 81% deles quebram os tablets por deixarem-no cair, ou seja, eles têm o mesmo cuidado com tablet do que têm com qualquer outra coisa, afinal, são bebês na faixa de um ano de idade.
E atenção mamães e papais: 45% dos 3614 mil adultos entrevistados dizem que os acidentes acontecem enquanto entram ou saem do carro com os pequeninos. Destes, 4% revelaram que deixam os filhos brincarem por mais de um hora com o aparelho, e 7% já permitiram que os bebês brincassem por mais de quatro horas em um dia.
Uma geração de filhos é mimada pelos pais
Esse estudo surge logo após uma pesquisa realizada pela E.ON com 2 mil adultos, que descobriu que eles gastam mais de £ 2 bilhões com gadgets a cada ano para seus filhos — as meninas e os menores de 5 anos são os mais mimados. A pesquisa também mostra que uma criança típica possui quatro aparelhos e que seus pais gastam em média £ 292 por ano.
O preço que os pais pagam por mimar tanto seus filhos na Grã-Bretanha, aparentemente, é o fato de não serem lembrados no momento da primeira palavra, como descoberto pelo Tech21.
Um beijo, Marrie
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