Saiba tudo sobre a vacina da Meningite B e nossa experiência com ela neste post.
Hoje fomos a uma visita de rotina ao pediatra e aproveitamos para dar a nova – e cara (paguei 500 reais por 1 dose)- vacina contra a Meningite B.

A incidência da tipo C, que era mais comum, tem caído por conta da vacinação, que é abrangida pela rede pública. A do tipo B começou a aparecer no Brasil, por isso o alarde pela vacina que só é dada na rede particular, por enquanto. Ainda não há casos absurdamente grandes, por isso alguns pediatras arriscam dizer que a vacina não é absolutamente necessária, até porque não há nenhum surto da doença no país. Mas e a culpa se alguma coisa vier a ocorrer?
Eu vou pelo meu instinto junto com o conselho do pediatra que acompanha Clara desde recém nascida: a meningite evolui muito rapidamente, tornando-se uma doença gravíssima para crianças tão pequenas (20 a 30% de risco de morte, além de sequelas). Por isso, todo cuidado é pouco.
Quando levei Clara no hospital, vi um caso de um bebê e fiquei com aquilo na cabeça. Resolvi dar logo a vacina, já que voltou a aparecer nas clínicas particulares (esteve em falta um bom tempo).
Segundo dados do Ministério da Saúde, das 2.740 pessoas tiveram meningite bacteriana no Brasil no ano passado, 146 (5,3%) foram vítimas da meningite B – ao fim, foram 23 mortes no ano. Existe ainda uma forma viral da doença, mas ela é mais branda.
Como desde 2010 a rede pública vacina as crianças de menos de dois anos contra a meningite C, a incidência do sorogrupo B passou a ser o principal vilão no caso específico dessa faixa etária.
Um beijo, Marrie
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Johnny Lima
15 de janeiro de 2017 at 13:33???