Sim, o amor muda tudo. Inclusive o cérebro de uma criança, deixando-nas mais inteligentes!
Não são os presentes, o enxoval comprado fora do país ou o berço banhado à ouro que mais contribuem para o melhor desenvolvimento cerebral de um bebê, tenham certeza disso. O ingrediente básico é o amor, a afetividade e o tempo da mãe com seu bebe.
Segundo cientistas do Departamento de Psiquiatra da Universidade de Medicina de Washington (veja artigo original, de Jan 2016 aqui), nutrir uma criança de presença e afeto na primeira infância, pode ajudá-la a desenvolver-se melhor, ativando mais fortemente o seu hipocampo – a estrutura do cérebro associada ao aprendizado, memória e resposta ao estresse.
Já haviam sido elaboradas anteriormente muitas outras pesquisas nesse aspecto com animais e já havia sido mostrado que o apoio materno nessa fase inicial de vida tem efeito positivo sobre o crescimento cerebral de um bebê ratinho, por exemplo.
Agora,ciom estudos em humanos, ha o reforço da importância da conexão entre experiências sociais da primeira infância e o volume da amígdala (que ajuda a regular o processamento e memória de reações emocionais). Nas imagens de cérebros humanos elaboradas por este estudo, por exemplo, foi observado que o amor de uma mãe afeta fisicamente o volume de hipocampo de seu filho, sendo verificado nas crianças de mães presentes e amorosas , volume do hipocampo 10% superiores ao de crianças cujas mães não eram tão presentes. A investigação tem sugerido ligação entre um hipocampo maior e melhor memória.
Além disso, numerosos estudos também verificaram que crianças criadas em um ambiente acolhedor – de presença e afeto – geralmente vão muito melhor na escola e são emocionalmente mais desenvolvidas do que seus coleguinhas sem a possibilidade de ter essa presença familiar.
Agora, pode-se dizer com confiança que o ambiente psicossocial tem um impacto significativo sobre a forma como o cérebro humano se desenvolve, e isso coloca um peso muito forte por trás da idéia de que carinho precoce de crianças afeta positivamente o seu desenvolvimento, como presume a teoria dos primeiros 1000 dias.
A pesquisa em questão é parte de um projeto mais amplo e antigo – ainda em andamento – para acompanhar o desenvolvimento de crianças com depressão precoce, relacionando a presença materna a crianças, com idades entre 3 a 6 anos, sendo possível observar: o desenvolvimento emocional mais saudável foi presenciado nos adolescentes que durante a infância tiveram presença com afeto. Viu-se também, a partir dessa analise, que quando presença e carinho dos pais começou mais tarde na infância dessas pessoas em questão, os benefícios em relação ao crescimento cerebral foi comprometido.
Esses resultados indicam que é possível ajudar as crianças a irem melhor na escola e desenvolverem-se emocionalmente melhor DESDE CEDO, apelando a importância dos pais a importância do maior apoio, tempo e carinho na primeira infância de seus filhos.
Embora 95% das mães analisadas no estudo fossem as biológicas das crianças, os pesquisadores dizem que os efeitos no desenvolvimento do cérebro provavelmente são as mesmas para qualquer cuidador principal, sendo ela “fixa”, como uma avó muito presente, por exemplo, e não uma babá que é substituída de tempos em tempos.
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Suzana Squincalha Portilho
30 de julho de 2016 at 14:21Viu amor Eder Turozi, por isso que nossa Alice arrasa… kkk
Eder Turozi
30 de julho de 2016 at 16:26Isso mesmo…
Marianne Ribeiro
30 de julho de 2016 at 13:35André Carvalho
Nathália Minzon
30 de julho de 2016 at 11:53Paulo Emilio
Michelle Brandãoliveira
14 de junho de 2016 at 02:13Elysson Oliveira
Nicole Macedo
14 de junho de 2016 at 01:37Mauricio Macedo.. Tá explicado a inteligência da Manu !! ❤️❤️❤️
Juliana A B Gualiume
14 de junho de 2016 at 01:08Rogério Gualiume
Fe Nogueira Loureiro
14 de junho de 2016 at 00:14Everton Paulo Vachiani olha mo
Lilian Araújo
13 de junho de 2016 at 22:56Deborah Feitosa. Presença da mãe. Fundamental
Deborah Feitosa
13 de junho de 2016 at 23:14Isso aquece meu coração ??
Deborah Feitosa
13 de junho de 2016 at 23:14Henrique Feitosa depois lê essa matéria
Maitê Ferreira
13 de junho de 2016 at 22:24Monique Ferreira
Ramonalice Barbosa
13 de junho de 2016 at 21:16Thasio Sales leia essa matéria
Thasio Sales
13 de junho de 2016 at 21:20Naooooo