Vocês sempre se confundem com tantas datas de semanas de gravidez?
Quando estava gravida da Clara ficava doidinha: era a conta da calculadora do Babycenter (sempre usei), a das ultrassonografias que nunca batiam e a da data da ultima menstruação…
Que confusão, né? Se quiserem entender um pouco mais como isso funciona, esse post pode esclarecer um pouco :). Mas, em primeiro lugar, é preciso lembrar que a data prevista para o parto (DPP) é apenas uma estimativa para facilitar o acompanhamento do seu pré-natal.

A calculadora da gravidez do BabyCenter utiliza como base o método de 40 semanas de gestação. A data prevista para o parto é calculada exatamente 40 semanas depois do dia da sua última menstruação (DUM).
O método das 40 semanas é tipo uma padronização mundial, ficando muito mais preciso para os médicos o momento de fazer cada exame, por exemplo, do que com a contagem em meses.
Muitos obstetras usam um método semelhante: a regra de Naegele. É um cálculo em que se subtraem três meses (afinal 12 meses do ano – 9 meses de gestação = 3 meses) da data da última menstruação (DUM) e depois se adicionam sete dias.
Por exemplo:
DUM – 8 de setembro
Setembro (09) – 3 meses = junho (06)
Dia 8 + 7 dias = 15
A data prevista do parto é 15 de junho.
Se a soma dos dias ultrapassar 30, então o mês muda, como neste exemplo:
DUM – 29 de setembro
Setembro (09) – 3 meses = junho (06)
29 + 7 = 36.
Como junho tem 30 dias, vale 6 de julho.
Essa regra leva em conta o ciclo menstrual de 28 dias.
Essa regra leva em conta o ciclo menstrual de 28 dias.
Se o seu ciclo for de 30 dias, é preciso acrescentar dois dias ao resultado final.
No último exemplo, a data prevista do parto seria então 8 de julho. Se o ciclo for de 26, subtraem-se dois dias, então seria 4 de julho.
Muitas vezes, em vez de fazer esse cálculo todo, os médicos usam uma espécie de roda de papelão que já mostra o resultado.
Com os dois métodos apontados antes, deve haver diferença de um ou dois dias entre a data apontada pela calculadora de gestação e ainda pela calculada pelo médico.
Com o ultrassom, a diferença pode ser maior. Ahahahahaha, só para nos confundirem ainda mais! Mas tudo depende muito da época em que o utrassom é feito. O exame considera as medidas do feto em diversos parâmetros, inclusive o comprimento da cabeça até o bumbum, e transforma automaticamente essas medidas em “idade” do feto.
A previsão mais eficiente pelo ultrassom é feita nas ultrassonografias até 10 ou 13 semanas, já que nesse período os bebês têm um tamanho mais padronizado. Depois disso, por diferenças genéticas, cada um se desenvolve de uma maneira (por isso alguns bebês nascem com 3 kg e outros com 4 kg).
Mesmo que os exames de ultrassom que você fizer depois de 15 semanas continuem a mostrar a idade do feto ou uma data prevista para o parto, você não precisa prestar atenção nesses dados. Eles só servem para você saber se o bebê está acima ou abaixo da média, mas não para determinar a data provável de parto.
Por exemplo: você está grávida de 22 semanas e vai fazer o ultrassom morfológico. O médico mede o fêmur (o osso da perna) do bebê e aparece no resultado 23 semanas, ou uma DPP uma semana antes que a sua. Isso só quer dizer que seu bebê está “comprido”, e não que vai nascer antes.
O ultrassom é usado para datar a gestação quando a mulher não se lembra da data da última menstruação, ou quando tem ciclos tão irregulares que não dá para usar o método da DUM. Nesse caso, o ultrassom deve ser feito o quanto antes, para que a previsão seja mais exata. Se num ultrassom do primeiro trimestre a diferença na idade gestacional em relação à calculada pela DUM for de mais de uma semana, fica valendo a identificada pela ultra.
Quando se sabe a data da concepção, mas não a data da última menstruação, subtraem-se 14 dias da data da concepção e essa data fica valendo como DUM para o cálculo do tempo de gestação.
Por exemplo, uma mulher que fez fertilização in vitro mas estava havia meses sem menstruar por causa do tratamento. Ela pega o dia da concepção (quando houve a fertilização do óvulo) e volta 14 dias no calendário. Essa data passa a ser a DUM dela, mesmo que fictícia.
A DUM costuma ser pedida a cada vez que você vai ao médico ou vai fazer algum exame, portanto pode anotar o dia em algum lugar, porque ele vai ser muito útil ao longo da gestação.
Fonte: BabyCenter
Muitas vezes, em vez de fazer esse cálculo todo, os médicos usam uma espécie de roda de papelão que já mostra o resultado.
Com os dois métodos apontados antes, deve haver diferença de um ou dois dias entre a data apontada pela calculadora de gestação e ainda pela calculada pelo médico.
Com o ultrassom, a diferença pode ser maior. Ahahahahaha, só para nos confundirem ainda mais! Mas tudo depende muito da época em que o utrassom é feito. O exame considera as medidas do feto em diversos parâmetros, inclusive o comprimento da cabeça até o bumbum, e transforma automaticamente essas medidas em “idade” do feto.
A previsão mais eficiente pelo ultrassom é feita nas ultrassonografias até 10 ou 13 semanas, já que nesse período os bebês têm um tamanho mais padronizado. Depois disso, por diferenças genéticas, cada um se desenvolve de uma maneira (por isso alguns bebês nascem com 3 kg e outros com 4 kg).
Mesmo que os exames de ultrassom que você fizer depois de 15 semanas continuem a mostrar a idade do feto ou uma data prevista para o parto, você não precisa prestar atenção nesses dados. Eles só servem para você saber se o bebê está acima ou abaixo da média, mas não para determinar a data provável de parto.
Por exemplo: você está grávida de 22 semanas e vai fazer o ultrassom morfológico. O médico mede o fêmur (o osso da perna) do bebê e aparece no resultado 23 semanas, ou uma DPP uma semana antes que a sua. Isso só quer dizer que seu bebê está “comprido”, e não que vai nascer antes.
O ultrassom é usado para datar a gestação quando a mulher não se lembra da data da última menstruação, ou quando tem ciclos tão irregulares que não dá para usar o método da DUM. Nesse caso, o ultrassom deve ser feito o quanto antes, para que a previsão seja mais exata. Se num ultrassom do primeiro trimestre a diferença na idade gestacional em relação à calculada pela DUM for de mais de uma semana, fica valendo a identificada pela ultra.
Quando se sabe a data da concepção, mas não a data da última menstruação, subtraem-se 14 dias da data da concepção e essa data fica valendo como DUM para o cálculo do tempo de gestação.
Por exemplo, uma mulher que fez fertilização in vitro mas estava havia meses sem menstruar por causa do tratamento. Ela pega o dia da concepção (quando houve a fertilização do óvulo) e volta 14 dias no calendário. Essa data passa a ser a DUM dela, mesmo que fictícia.
A DUM costuma ser pedida a cada vez que você vai ao médico ou vai fazer algum exame, portanto pode anotar o dia em algum lugar, porque ele vai ser muito útil ao longo da gestação.
Fonte: BabyCenter

Anderson Francielle
13 de agosto de 2016 at 13:23Thais Martins
Rosanny Lopes
13 de agosto de 2016 at 03:32Rayane Oliveira Aline Leite
Maíra Oliveira
13 de agosto de 2016 at 01:57Leticia Schwartz de Souza
Renata Fasciana
12 de agosto de 2016 at 22:10Amanda Moreira olha aí q conversamos outro dia
Lívia F. Feitosa Santana
12 de agosto de 2016 at 21:22Giovana Araújo
Giovana Araújo
12 de agosto de 2016 at 21:27Agora eu acertei a minha data kkkkkkkkk. Estava confusa. Hoje faço 16 semanas. Obrigada amiga.
Lívia F. Feitosa Santana
12 de agosto de 2016 at 21:22Marcella Carvalho, sobre o q falamos.
Marcella Carvalho
12 de agosto de 2016 at 21:57Geeeente, é muito confusão pra uma data ?
Lívia F. Feitosa Santana
12 de agosto de 2016 at 22:27Marcella Carvalho , a parte de conta eu nem tentei entender…
Joice De Morais Floriani
12 de agosto de 2016 at 19:29Jessica Morais Hasse
Doralisa Vasquez Vargas
12 de agosto de 2016 at 16:43Muito bunito