Enxoval de bebê: Dicas para a escolha das roupinhas de bebês mais práticas e confortáveis

Como comprar roupas praticas, confortáveis e não errar ao escolher as roupinhas do enxoval de bebê.

Quando fiz meu enxoval, gostaria de ter tido estas dicas úteis em relação a roupinhas de bebê. Como boa mãe de primeira viagem, aderi a tudo o que achei lindo, pois não sabia o que seria útil, confortável, pratico… Me atentei apenas ao tamanho das peças (sempre de acordo com a estação do ano) e na variedade de modelos, conforme minha planilha de enxoval, e nisso não errei.

Mas comprei muita coisa não “usável”, apenas lindas para um clique e ja tinha que trocar o bebê!

Hoje, mãe já mais “calejada”, percebi algumas outras coisinhas que valem a pena serem levadas em consideração:

1 – Tecido

Se possível, dê preferência a peças confeccionadas em malha de algodão – mais leves e macias – que podem ainda conter elastano, para conferir flexibilidade à roupa e ajudar na hora da troca de fraldas, não irritando tanto a criança. Sinto muita diferença entre a elasticidade de um body Carters e um body nacional, por exemplo. O primeiro é tão maleável, que o bebê não se incomoda na troca. O moletom e o plush light são ótimos porque dificilmente acumulam ácaros entre as fibras, evitando o desenvolvimento de alergias nas crianças.

Para as famílias que não dispensam peças de tricô – que são um charmeeeee – a dica é escolher as que têm golas de outro material, ou usar uma blusinha 100% algodão por baixo, com golinha para fora, protegendo bem a pele do bebê.

2 – Conforto

Jeans, por exemplo: é lindo, né?

Porém, nem sempre confortável para bebês! Tipo de peça para foto. Claro que existem opções que imitam o jeans e essa é minha sugestão: é interessante apostar em versões leves e de toque macio, de preferência com elastano. Outra dica legal é checar se o elástico é bem molinho, para não apertar a cintura da criança.

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3- Praticidade

Roupinhas em geral precisam ser praticas, alem de bonitas, pois se for difícil de tirar ou colocar, gerará desconforto desnecessário ao bebê.

O body, peça tão presente no guarda-roupa dos bebês, deve ser prático de vestir, ou seja, quanto mais aberturas tiver, melhor. Existem versões de bodies que podem ser retirados do bebê na região dos ombros, na lateral do tronco, entre as pernas…

Gosto dos que tem a flexibilidade de tirar por cima (para passar pela cabecinha com mais suavidade) e dos com aberturas em baixo.

Como são usados diariamente, é importante que sejam extremamente macios, com o mínimo de costuras possível, afinal, é ele que fica em contato direto com a pele da criança a maior parte do tempo.
Para fazer a tira-teima, tenho um macete: esfregue a peça com delicadeza na pele do seu próprio antebraço, para sentir qual é o toque conferido pela peça. Se pinicar ou ficar na dúvida, não compre.

4 – Botões

Prefira peças com botões às que têm zíperes, pois estes podem irritar a pele dos bebês por causa do contato e até beliscar o corpo na hora do fechamento.

Se optar por zíperes, melhor que eles sejam forrados. Os da marca Carters quase sempre são.

Ainda é importante evitar botões com caseados, que podem descosturar e cair, aumentando o risco de serem engolidos pelas crianças. Por isso, os de pressão são mais interessantes, mas também podem cair (aqui já caiu de um macacão e minha filha estava com ele na boca, porém é mais raro de acontecer).
Evite também a compra de agasalhos com cordões que tenham ponteiras nas extremidades.

5 – Fechamento entre as pernas

Apesar de no Brasil a maioria das marcas produzir macacões com abertura frontal, vale garimpar os que têm botões entre as pernas. Eles facilitam o momento da troca de fraldas, porque dispensam despir o corpo do bebê, a gente só abre o tanto que precisa para retirar a fralda.

Observe também se, na região do pescoço e ombros, há aberturas: elas tornam o momento de vestir a criança menos complicado e mais rápido.

6 – Etiquetas

Repare no tamanho das etiquetas, itens obrigatórios para informar composição, tamanho e outros dados da peça e do fabricante, mas que irritam a maioria das crianças. Pode ser necessário cortá-las. Se for, faça o trabalho com cuidado para não prejudicar a costura.

7 – Punhos

Para o período de baixas temperaturas, peças com punho nas mangas e pernas são mais interessantes para proteger os bebês, pois evitam que a roupa saia do lugar. Já para os dias mais quentes, eles podem ser dispensados.

8 – Peças com pés

Macacões e bodies com pezinhos ajudam a proteger do frio, mas, à medida que a criança cresce, fazem com que a peça seja perdida mais facilmente.

Uma estratégia é cortar as pontas, mas é bem mais prático comprar roupas com pés reversíveis. Há modelos que, além dos pezinhos, possuem luvas reversíveis (que da para usar só bem pequeninos, depois q eles descobrem as maos, passam a odiar luvas).

9 – Vestidos

Para quem não abre mão de vestidos para meninas (como eu não abri na época que fiz o enxoval da minha pequena Clara), a dica é escolher os que têm um macacão por baixo, o que evita que, ao ser carregada no colo, a criança tenha a peça constantemente deslocada.

Outra dica é comprar meia calças com sapatilhas desenhadas  e usar um body de manga comprida por baixo.

Um beijo, Marrie


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