Kumon para crianças pequenas como brincadeira – nossa experiência e relato!
Clara ama as atividades extracurriculares, especialmente agora em que brinca verdadeiramente de forma livre todas as manhãs, desde que vai para o Jardim de Infância Waldorf (suas unhas curtíssimas estão aí para provar tanto que esfrego o barro das roupas diárias dela, rsrs).
Eu quis que ela fosse para uma escola Waldorf para que brincasse sem pressões exageradas, a maior parte do tempo da infância dela. Lá, ela passa grande parte de seu dia entre barros, arvores e brincadeiras REALMENTE LIVRES.
Porém, como mãe e estrela-guia da minha filha, eu tenho que observá-la e dar o meu tempero em sua educação.
Clara tinha aptidão para exercícios lógicos, aqueles caderninhos com brincadeiras que a gente compra nas bancas, sabe?
Aí resolvi testar o Kumon matemática e ela está numa empolgação que está muito bacana de ver. Clara é uma criança que curte desafios e aqui eles são dados na medida certa, sem que ocupem demais a agenda dela, que hoje tem como prioridade o brincar.
Essa atividade é bem menor que o livre brincar dela, alguns minutinhos todos os dias, dentre as 4 horas que ela passa na escola entre muito brincar e em casa, que também rola brincadeira livre, pouca TV e eletrônicos limitados (no máximo 2h por dia e olhe lá, pois tem dias que ela nem acessa).
O Kumon é para ela, uma atividade extracurricular tanto quanto o Ballet o é (na tabela ao lado, basta arrastar a foto, você vê as semelhanças). Um estimula o corpo/motor, o outro estimula o pensar. Ambos numa pegada que ela sente-se brincando e nunca obrigada a aquilo, até porque deixo bem claro para ela que as atividades extracurriculares devem ser feitas com prazer, ela nessa idade não é obrigada a nada!
E é bem assim: Clara faz os exercícios como se estivesse matando as charadas dos livrinhos das bancas de jornal. A empolgação é nítida: mal entrou e já passou de nível.
Que orgulho dessa pequena!
- Hoje no Kumon ela, com seus 4 aninhos, teve que sair da sala e vir me mostrar o tabuleiro. Encheu o peito de orgulho e me disse: “Mamãe, sei contar até o 100!”. Foi uma enorme conquista isso pra ela. E eu, me sinto orgulhosa de ela levar a vida de forma tão alegre, de gostar tanto de descobrir através da lógica e de brincar com os números assim ❤️.
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