O brincar com “aquela pitada mágica”: estimulando a inteligência, concentração, auto didatismo

Eis uma questão muito importante: “Como estimular o senso de auto-aprendizagem e concentração dentro do livre brincar nas crianças pequenas, conferindo-lhe independência e auto-estima?”. A inteligência vem como consequência, o prazer das descobertas no brincar com “aquela pitada mágica” que um brinquedo, um jogo ou um método pode trazer são brilhantes.

O brincar, especialmente para crianças pequenas – aquelas que ainda não estão em idade escolar propriamente dita – é maravilhoso. Muitos não enxergam que as “propriedades” do brincar serão reproduzidas, mais tarde ainda na infância, no início do processo educacional, com aquelas “pitadas mágicas” do brincar que mantém o interesse das crianças no aprendizado.

No brincar, a criança corre, se exercita, e com isso, produz mais neurônios, estimula as sinapses e, segundo Maria Montessori, entram em contato com a realidade externa, experimentam.
Ao brincar, ela concentra-se em algo, resolve um problema. Vira um auto-didata na habilidade de produzir um som bacana com uma simples panela, por exemplo. Pode parecer besteira, mas ela aí está aprendendo coisa importantes para seu desenvolvimento e isso para quem descobre o mundo, é muito mais que uma vitória: é um estímulo para descobrir cada vez mais! Uma “pitada mágica” no brincar!
Ao longo da minha vida, por exemplo, por muitas vezes eu me peguei tendo que compreender e pesquisar algum assunto do qual nunca havia aprendido na vida, para resolver algum problema, seja no trabalho ou no dia a dia.
As crianças também precisam desenvolver essa questão do “resolver problemas” às suas maneiras, mas para pensar numa saída para algo, é preciso certa concentração ou até mesmo um ser um pouco auto didata.
E isso pode ser amplamente explorado brincando!
Minha pequena Clara (3 anos), por exemplo, com o brincar, já sabe que ao misturar a aquarela amarela com a azul dá a cor verde. Para isso ela se concentrou, resolveu um problema (gerar a cor verde) e aprendeu por si algo que levará para a vida.

Não tínhamos muitas cores, só as primarias, mais branco e preto. Testando, com concentração, dentro do livre brincar (ninguém estava a obrigando a ficar ali nas tintas, numa noite em casa), ela descobriu algo por si. Foi uma alegria sem tamanho. Ela resolveu um problema ao mesmo tempo que aprendeu.

Comentei aqui com vocês a algum tempo atrás que as crianças são pequenos cientistas, pois enxergam com muita curiosidade as belezas do mundo. E, através do livre brincar, exploram o mundo através de experimentações. Mas e se colocássemos, nessas experimentações livres delas, alguma coisa que potencializasse o interesse nato delas, ao mesmo tempo que desenvolvesse a concentração, a inteligência, a auto estima, a independencia e a busca incessante por auto aprendizado?

Sem querer, fazemos muito isso no dia a dia. A criança tá ali brincando com folhas no jardim, damos a elas umas panelinhas e, das folhas, saem todo um processo de representação do almoço. Um simples objeto virou potencializador de tanta coisa com significado para o desenvolvimento infantil.

Vejam que é um ciclo acontecendo nas situações cotidianas. A criança está ali, brincando livremente, e a gente coloca um “estimulador” simples, algo da própria brincadeira delas e elas se concentram naquilo. Por vontade delas mesmas, descobrem alguma coisa, assim sentem-se capazes, ficam com auto estima mais elevada e buscam por si próprios mais sobre aquilo, com felicidade.

A independência em pequenas atitudes, de certa forma, confere-lhes felicidade. E tudo isso acontece por um processo de concentração, dentro mesmo do livre brincar.

Falei do caso da panelinha, mas a gente consegue estimular a concentração de uma criança pequena em jogos de memória, lendo livrinhos com ela, quebra cabeças, blocos de montar e, a partir dos 3 anos, senti que a minha pequena Clara ficou mais feliz ao brincar com atividades que peçam atenção dela…

A concentração pode vir por vontade própria, ser estimulada por “pitadas mágicas”, mas também pode correr pelo ralo por uma infinidade de distrações: videogames, computadores, televisão e qualquer número de atividades extras relacionadas com esportes ou artes. Combinados, estes podem criar uma superabundância de estimulação sensorial, que torna as crianças apenas “receptoras”, não conferindo o prazer que uma conquista, por elas mesmas, confere.

Além disso, quando a criança não é estimulada, o cérebro dela entra em modo de descanso, e o que pode ser considerado por muitos como um estereótipo de preguiça, mas pode estar enraizado muito além:  pode estar relacionado à baixa autoestima. Coisas simples, como um carinho ao elogiar algum feito delas ou chamá-las para ajudar em tarefas domésticas, por exemplo, ajuda a desenvolver o senso de responsabilidade e aumentar a autoestima também. Além disso, também ajuda a aperfeiçoar a memória de procedimento, o que ajuda muito no momento da aprendizagem de conteúdos mais complexos, lá pra frente, na vida delas.

É importante ter em mente que a criança também precisa de estímulos, tanto dos pais como dos professores, para entender que aprender traz benefícios para a sua vida cotidiana. As tais “pitadas mágicas”. Toda criança tem seu potencial individual e é capaz de evoluir e crescer no seu ritmo. É por isso que o material desenvolvido evolui de maneira suave, dando mais autonomia para o aluno. Da mesma maneira que a aprendizagem é processada por nós, ela também foi com os nossos avós, pais e será com nossos filhos e netos. A diferença está em como o cérebro é desenvolvido e estimulado. 

Um pouco sobre o método Kumon – uma pitada mágica

Método Kumon privilegia autonomia nos estudos e aprendizagem no ritmo de cada aluno.

O Kumon é um método de ensino japonês, criado em 1958 pelo professor Toru Kumon. O ensino privilegia o desenvolvimento da autonomia do aluno nos estudos, de forma que ele aprenda de acordo com o seu ritmo. O material didático é autoinstrutivo e dividido em estágios, fazendo com que a complexidade aumente gradualmente. Porém, o aluno só avança para o próximo conteúdo quando consegue assimilar o que é proposto.

“Os assuntos não assimilados são revistos, pois o objetivo é desenvolver um aprendizado sem lacunas”, diz Mariana Bruno Chaves, chefe do Departamento de Desenvolvimento de Material Didático de Língua Pátria do Kumon. Além disso, os conteúdos fornecidos abordam temas que vão desde a pré-escola até a universidade. O material didático independe da idade e série escolar do aluno, ou seja, está de acordo com o desenvolvimento de cada um. A cada encontro, o aluno recebe o feedback de seu orientador, por meio do qual fica ciente de seu desempenho, recebendo, também, a programação das aulas seguintes.

O método desenvolve a habilidade acadêmica e outras mais, como: autodidatismo, concentração, capacidade de leitura, raciocínio lógico, independência, hábito de estudo, responsabilidade e autoconfiança.

Por meio de uma orientação individualizada e um material didático autoinstrutivo, o Kumon visa criar e estimular concentração, segurança, hábito de estudo e habilidades básicas de ensino como cálculo, leitura e interpretação. A instituição forma autodidatas há 40 anos no Brasil e está presente em 50 países, somando mais de quatro milhões de alunos no mundo.

Promoção

O Kumon está oferecendo isenção no pagamento da matrícula para os alunos que se inscreverem até o dia 20 de junho de 2017. A promoção é válida para todas as unidades do Brasil, que oferecem as disciplinas de matemática, português (para brasileiros), inglês e japonês.

Essa matéria foi patrocinada pelo Kumon.

Um beijo, Marrie

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7 Comments

  1. Paula Ometto

    7 de junho de 2017 at 12:44

    O Kumon é um método importantíssimo muito criativo de estimular a concentração e raciocinio nas crianças , o que elas levam para a vida inteira , minha filha já fez e eu aprovo muito ♥️

  2. Ivone Ometto

    7 de junho de 2017 at 12:04

    Muito interessante mesmo. Pequenas atitudes que estimulam e ainda deixam nossas crianças mais felizes!

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