
“Liberte-se. Permita-se tentar diferente daquilo que buzinam nos seus ouvidos como sendo o correto.
Deixe que seus instintos te guiem, não os palpites.
Siga com a cabeça, com o coração, de corpo e alma, com o que for, mas por opinião própria.
Ninguém pode viver por outro alguém.
Não se terceiriza amor, afeto, perdão, raiva, incompreensão.
Sentimentos da alma são próprios e intransferíveis.
Por mais que nos amem quem nos orienta, quem nos aconselha ou nos reprime, somente nós temos consciência de nossas dores e sabores. Só nós entendemos o que passou e o que ainda dói. Só a gente para saber o que nos faz falta e o que não cabe mais em nossas vidas. Só nós passamos por todas as trilhas do caminho que percorremos até então.
Portanto, ouvir quem nós amamos é importante, mas as decisões PRECISAM ser nossas. E quem nos ama de verdade, fica. Independentemente do que resolvemos seguir.
Só é feliz quem vive a vida autentica, sem se preocupar se esta agradando a fulano ou ciclano. Claro que não estou dizendo para sair por ai fazendo o que bem entender. Mas faça o que sua alma almejar desde que não afete o que aprendeu de valores de ética e moral.
Ninguém merece ser um fantoche. Ficar em cima do muro não te faz participar da festa da casa A nem da casa B. Só te faz observar as duas, sem sabores-las. Ouçamos sim nossos amigos queridos. É importante. Mas não nos deixemos podar por eles.
Agora se você entrou na casa A seguindo um conselho e essa foi a festa mais legal, a vitoria não será a mesma como se você tivesse escolhido e acertado por conta própria. E se a B fosse a correta. Haveria raiva por ter sido deixado manipular?
Ou seja: acertei e ok, mas se errei ahhhhhh….A culpa é sua!
Lembre-se: ninguém faz nada a você, só aquilo que deixamos fazer…
É incorreto despejar tamanha responsabilidade sobre os ombros daqueles que nos amam e, consequentemente nos aconselham. Também devemos parar de postergar ou terceirizar nossas escolhas e decisões.
Penso, logo existo, como Descartes dizia. Você só é único e autônomo se assumir suas decisões como suas. Só existe plenamente se parar de jogar a culpa nos outros.
Achou ruim o conselho? Não os peça mais.
Ou, se pedir, tenha o discernimento de saber que a escolha final – e responsabilidade dos atos – é sua!
Se o conselho veio sem pedir, saiba não se influenciar, caso não queira.
No fim das contas, tudo é da nossa conta. A responsabilidade do que fazemos é nossa.
Pode parecer pesado, mas não. Assumir isso é libertador.
Agir pelas suas convicções, sem ter que provar nada para ninguém, fazendo o que acha certo e justo, te faz humano. Te faz vivo. Te dá frio na barriga e te trás felicidade.
Quem ama sempre fica.
Quem vai embora é porque o tempo do amor cessou.
Não tema errar.
Tema estagnar dando ouvidos aos outros.
Como diz o ditado, nunca agradaremos a gregos e troianos. E melhor um alguém que compreenda sua alma do que um exercito de julgadores.
Então, esteja em paz com sua alma. Com seu coração. Com sua consciência.
Errar é humano. Tentar é libertador.
Se reinventar é viver!”
Por Marrie Ometto #ReflexoesPlugadas
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Tamira Rocha Negrao
22 de maio de 2016 at 15:39eu adoro suas matérias, maternidade real e sem culpa!!!!
Gabi
7 de abril de 2016 at 01:19Amei esse texto…passo isso todos os dias de darem palpite…como é difícil é como nós mães ainda mais de primeira viagem já não nos comprassemos suficiente.
Me sinto suficada as vezes é queria gritar que não gostaria de maus palpite…deixa eu errar é ser feliz!!!