O que faz uma criança feliz? Parte 3: Estimule a independência

o que faz uma criança feliz?

Nos posts anteriores, vimos a importância das brincadeiras (link parte 1) e das condições fisiológicas satisfeitas (link parte 2) para a criação das BASES psicológicas para o bebê ser seguro e feliz.

Hoje falaremos da frustração, ou melhor, a capacidade da criança lidar com ela. A criança precisa aprender que não há nada de errado em ficar chateada ou triste de vez em quando — faz parte da vida de todo mundo. Ao tentar dissipar qualquer sinal de descontentamento, muitas vezes mandamos a mensagem errada de que não é normal sentir tristeza.

Durante o primeiro ano, o bebê aprende a sentar, engatinhar, pegar objetos, falar uma ou outra coisinha. Cada um desses marcos traz confiança e satisfação à criança. Não não corra para pegar o chocalho que caiu ou o ursinho do outro lado da sala. Dê tempo e estímulo para que seu filho consiga pegar o que quiser sozinho.

Tristeza e raiva também existem e é bom que as crianças comecem a entender isso.

Com o passar do tempo, as crianças aprendem a classificar seus sentimentos e a expressá-los com palavras.

É normal que as crianças fiquem sensíveis demais, grudadas ou bravas em certas horas, por causa de alguma coisa diferente ao seu redor. Mas isso não quer dizer infelicidade”, aponta Carrie.

Por exemplo, se sua filha cismar de ficar em um cantinho, de mau humor, durante uma festa de aniversário, a reação natural é puxá-la de volta para as brincadeiras. Só que é fundamental deixá-la processar sozinha o sentimento negativo.

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