Sobre o despertar sobre o verdadeiro sentido da existência.
Muitos não apenas gostam, mas sentem necessidade de se encaixar em padrões, comportamentos pré estabelecidos e normas inventadas por sei lá quem, mas que é “trend”, está no feed, nas propagandas, nos influencers (é bonito, dá like, melhor seguir).
Outros buscam esse encaixe, essa aprovação dos outros, como objeto de felicidade. Alimento pro ego. Ansiedade.
Há ainda quem só declare coisas quando tem a certeza de se estar falando o que a maioria quer ouvir. Mais aplausos e aceitações.
A verdade às vezes abala ilusões e gera o descontentamento com quem as traz à tona. Melhor não tocar no assunto.
Quanto mais eu desperto, menos quero saber da opinião alheia sobre mim. Menos quero padrões. Sinto-me mais livre. E pude perceber na busca pela aceitação um enorme vazio existencial.
Não vou pintar meu cabelo da cor que atriz X usa. Não vou usar tal biquíni por que estão todos querendo. Não farei absolutamente nada por que “tá todo mundo fazendo”, tampouco me matar para atingir um padrão estético que nem sei se concordo. Nada contra quem quiser fazer. Eu apenas, para mim, passo! Não me alegra nada ir num salão de beleza e ver as pessoas saindo de lá com cabeças iguais, como peças de Playmobil. Deixam uma grana ali, para estarem idênticas à personalidade Y, que hoje está em alta, mas amanhã pode ser “desmascarada” por ser apenas humana e todos passarão a despreza-lá por isso.
Algo como NoseDive de Black Mirror.
Prefiro essa tal liberdade com as dores e delícias de ser exatamente como sou. Amor próprio. Nada de padrões.
Minha fôrma é única, meu pensar tem suas peculiaridades e meu agir vem de formação e experiências que só eu vivi. Sou o azulejo antigo que foi pintado à mão e seu artista já se foi.
E você? Quem é!? Já parou e refletiu o que realmente busca e te importa?

Por @MarrieOmetto

Gabriela Aguiar
21 de novembro de 2017 at 10:31Sou assim tbm totalmente fora dos padrões e realmente muito feliz !!!
Si Biscaro
21 de novembro de 2017 at 10:15Perfeito!!! Maravilhoso.
Falei isso pro meu filho no domingo.
Eu faço, visto, uso o que me faz bem!!!
Si Biscaro
21 de novembro de 2017 at 10:16Vou levar!!!!
Bjos!!!!
Mamãe Plugada
21 de novembro de 2017 at 11:39Si Biscaro ❤️❤️❤️
Priscila Pereira
21 de novembro de 2017 at 07:52Perfeito
Grace Rodrigues
21 de novembro de 2017 at 02:52Reflexão libertadora!
Kelly Morais
21 de novembro de 2017 at 01:58curtiria muitas vezes… obrigada, Mamãe Plugada, textos fortes como sempre!
Mamãe Plugada
21 de novembro de 2017 at 02:01❤️❤️❤️ obrigada, Kelly
Christiane Mota
21 de novembro de 2017 at 01:53Mil vezes curti
Mamãe Plugada
21 de novembro de 2017 at 01:55❤️❤️
Gleicy Linda
21 de novembro de 2017 at 01:42Lara Cassimiro eu
Lara Cassimiro
21 de novembro de 2017 at 01:50Vvd !
Priscilla Ferreira Lhullier
21 de novembro de 2017 at 01:20Uaaaauuu!! Garota, como você é incrível! Disse tudo! Penso da mesma forma. Sempre o ser, antes do ter. Não me obrigo a nada por causa de moda ou de padrões…e perdi a conta de quantas vezes deixei de ir fazer as unhas, para aproveitar o tempo com a família.
Mamãe Plugada
21 de novembro de 2017 at 01:36Obrigada, Priscila! Nossa, nem me fale, quantas vezes tb fiz isso… e não me arrependo ❤️
Erica Matias
21 de novembro de 2017 at 01:19Cada dia que passa, admiro mais seus textos! Sempre uso esse termo” amor próprio” . Quando nos amamos, não temos padrões a seguir.
Mamãe Plugada
21 de novembro de 2017 at 01:42Erica, muito obrigada. É isso mesmo. Quando nos amamos,
Érika-Eduardo Viríssimo
21 de novembro de 2017 at 01:19Mto top
Mamãe Plugada
21 de novembro de 2017 at 01:36❤️❤️❤️