Retoque a alma no caminho da evolução e você terá o efeito mais belo que a mais poderosa das makes e o mais potente dos filtros.
Com o tempo a gente aprende,
Que dar aquele up na auto estima,
Dá efeito superior a qualquer maquiagem.
Traz a calmaria que nenhum mantra jamais me trouxera.
Que antes evoluir a alma,
Do que esconder o que muitas vezes nem dá para ser escondido. É marca de tempo, de gerar vida, de ter vivido, afinal.
Retocar aquilo não sei quem inventou ser motivo de vergonha é colocar-se máscara.
Apresentando assim um EU que nem sei se reconheço como esse EU.
Pra que? Para agradar algumas pessoas? Obter título de “fulana do ano”? Ser a melhor em algo aos olhos que não são meus? E assim, remoer-me por dentro por no fundo não saber o porquê do circo todo.
A maternidade me ensinou muita coisa e uma delas é que para eu estar bem comigo mesma preciso ser cada vez mais EU mesma. Do jeitinho que sou, não como esperam que eu seja.
Cada vez menos maquiada das vontades, das imposições e dos papéis que outros – que muitas vezes, nem me importo tanto – me conferem.
Menos amarrada nessas imposições, nota-se que culpas descabidas, aquelas que vem para martelar a mente, sem haja algum aprendizado, não me levam a lugar nenhum.
Que não preciso de sofrimento potencializado por não dormir noites e noites. Por acabar comendo comida já fria. Por ouvir “mãeeee” o dia todo. Por trocar saltos por pés no chão. Mãe aprende que sono a gente faz quando dá. Comida quente faz parte de um passado longínquo ou de um futuro que ainda não está perto. Silêncio é objeto de desejo hoje, mas será assustador amanhã. Salto é luxo, mas pé no chão é tão delicia.
Sem tanta pressa para que passe uma fase e eu possa finalmente viver um momento mais calmo… e aí reclamar de saudades desse tempo que passou. Esse mesmo tempo que hoje é presente.
E, nesse mesmo presente, aprendendo a viver intensamente e sem tantos makes. Na mais pura e deliciosa sensação de simplesmente carpe diem. Ou de algo que se assemelhe a isso.
Essa é a busca. O filtro mais belo que posso dar à vida.
Por @MarrieOmetto #reflexoesplugadas

Tatiane Guerra
10 de novembro de 2017 at 08:45Tatiana Ribeiro
Taise Moura
10 de novembro de 2017 at 02:21Texto perfeito! E sim, a calmaria vem com o tempo, e quando ela chega, a saudade de toda aquela loucura também bate a porta, deliciosa loucura. Tudo no seu tempo, e temos que aproveitar cada fase, a maternidade me fez pensar mt nisso, e hoje mãe de 2, tento cada vez mais marcar cada fase deles, e me deixar marcar por elas tb. Parabéns, continue escrevendo!
Mamãe Plugada
10 de novembro de 2017 at 04:58❤️❤️❤️❤️
Raquel Praxedes Zandoná
10 de novembro de 2017 at 02:18amo seus textos, super me identifico!
Mamãe Plugada
10 de novembro de 2017 at 04:58Obrigada!❤️
Flavia Patricia
10 de novembro de 2017 at 01:46Bem reflexivo!
Mamãe Plugada
10 de novembro de 2017 at 04:59❤️
Angélica Chagas
10 de novembro de 2017 at 01:36Muito eu neste texto. Parabéns!!!
Mamãe Plugada
10 de novembro de 2017 at 04:59Obrigada!
Jaqueline Amorim
10 de novembro de 2017 at 01:27Lindo texto! Belíssima reflexão.❤.
#me_identifico.
Mamãe Plugada
10 de novembro de 2017 at 04:58❤️
Paula Graciela
10 de novembro de 2017 at 01:26Adorei!!! Seja vc, sem mascaras, seja autentica! Ser mae eh a tarefa mais dificil e,a mais fantastica q Deus nos proporcionou!!!! Continue escrevendo.. Adoro seus textos..
Mamãe Plugada
10 de novembro de 2017 at 04:58? muito obrigada
Ana Paula Dionisio
10 de novembro de 2017 at 01:25Tão eu esse texto
Mamãe Plugada
10 de novembro de 2017 at 04:59❤️
Ale Celso Toma
10 de novembro de 2017 at 01:11Simplesmente fantástico!!!
Mamãe Plugada
10 de novembro de 2017 at 01:14❤️❤️❤️❤️❤️ obrigada
Samara Souza
10 de novembro de 2017 at 01:08Adoro os seus textos, parabéns!!!
Mamãe Plugada
10 de novembro de 2017 at 01:09Obrigada, Samara. Fico muito feliz em ouvir vocês ❤️❤️❤️