Por um mundo menos: “Essa criança é birrenta” e mais “por que é que ela está agindo assim? O que será que ela está pedindo/querendo dizer com isso?”.
Que se desestabeleça o “Engole o choro” e entre em cena o “chore até extravasar esse sentimento que te consome agora. Chorar faz bem-independente do gênero”.
Que saia de moda o “Pare agora de sentir raiva” e se entitule como normal o “eu sei o que está sentindo, já senti isso, te amo e vou te ajudar. Seres humanos sentem raiva e precisam aprender a lidar com ela. To aqui com você nessa caminhada”.
Que a praticidade do “quebrou? Compro outro” seja repensada pelo “vamos construir um novo juntos ou consertar esse?”.
Que a facilidade do mundo fast tudo não nos cegue a ponto de não conseguirmos mostrar o valor do esforço.
Enfim, que saibamos guiar nossos pequenos no caminho de uma humanidade respeitosa, amorosa, com princípios e emocionalmente saudável.
Por @MarrieOmetto, autora de “Desapareci ao Virar Mãe, Mas Reencontrei-me”, disponível para vendas na Amazon Amazon (link http://bit.ly/livrodesapareciaovirarmae), Editora Bianch e Livraria Cultura.
Leia mais em:
Abraçar seu filho reduz birras, o torna mais confiante, saudável e feliz. Cientistas comprovam!

Shirley Lima
13 de novembro de 2017 at 00:31Natalia Monteiro mamãe fresquinha
Lucia Helena Arruda
12 de novembro de 2017 at 10:19Julia Campos quero esse livro..
Aline Nishimura
11 de novembro de 2017 at 19:48Roberto Lacerda
Lilian Moura Noleto
11 de novembro de 2017 at 19:43Excelente!!
Raquel Veiga Carvalho de Moura
11 de novembro de 2017 at 19:32Amei o biquíni tal mãe tão filha
Luciana Dias
11 de novembro de 2017 at 18:09Karol KakaTeixeira
Luana Bertoldo Cadore
11 de novembro de 2017 at 17:16Alan Silva
Miriã Paulino Rafael
11 de novembro de 2017 at 15:10William Rafael