Sobre empatia ao pensar infantil

Não é fácil ser criança e experimentar pela primeira vez todos os sentimentos que, mesmo com anos de estrada, ainda não sabemos como lidar.

Por um mundo menos: “Essa criança é birrenta” e mais “por que é que ela está agindo assim? O que será que ela está pedindo/querendo dizer com isso?”.

Que se desestabeleça o “Engole o choro” e entre em cena o “chore até extravasar esse sentimento que te consome agora. Chorar faz bem-independente do gênero”.

Que saia de moda o “Pare agora de sentir raiva” e se entitule como normal o “eu sei o que está sentindo, já senti isso, te amo e vou te ajudar. Seres humanos sentem raiva e precisam aprender a lidar com ela. To aqui com você nessa caminhada”.

Que a verdade absoluta “Empreste logo esse brinquedo!” seja substituída pela empatia do “brincar junto é gostoso, mas ceder o que você realmente precisa naquele momento é fraqueza. Pode emprestar depois sim”.

Que a praticidade do “quebrou? Compro outro” seja repensada pelo “vamos construir um novo juntos ou consertar esse?”.

Que o limites não sejam confundidos com Campos de concentração. Que educação não seja amiga da repressão por si.

Que a facilidade do mundo fast tudo não nos cegue a ponto de não conseguirmos mostrar o valor do esforço.

Enfim, que saibamos guiar nossos pequenos no caminho de uma humanidade respeitosa, amorosa, com princípios e emocionalmente saudável.

Por @MarrieOmetto, autora de “Desapareci ao Virar Mãe, Mas Reencontrei-me”, disponível para vendas na Amazon Amazon (link http://bit.ly/livrodesapareciaovirarmae), Editora Bianch e Livraria Cultura.


Leia mais em:

Abraçar seu filho reduz birras, o torna mais confiante, saudável e feliz. Cientistas comprovam!

Não é porque meu filho faz birra que não educo!

6 coisas que ajudarão você a lidar com o terrible two

Comente! Sua opinião é importante!