Uma mãe leitora do site Mamãe Plugada me enviou esse relato num post que falei sobre falar sobre estranhos cada vez mais cedo com nossas crianças. Seu relato soou como um alerta e pedi que me enviasse por email, para que eu pudesse alertar outras mães e aqui está o texto dela, com todo o carinho de uma mãe que se preocupa não só com sua criança, mas com que outras mães possam viver em segurança com as suas também.

“Vou escrever o que aconteceu comigo para que as mamães fiquem alertas.
Meu filho tinha uns 3 anos de idade. E, só para contextualizar, ele sempre foi uma criança extremamente carismática, por isso, tive o hábito de deixar sempre claro para ele, desde muito pequeno, para que ele não falasse com estranhos ou aceitasse algo dos mesmos.Fui passear com ele num Shopping em Campinas, interior de São Paulo.Na época haviam umas “colinas” que pareciam tiradas do seriado Teletubbies e, imediatamente ele foi brincar junto com outras crianças que lá estavam.
Nesse brincar, duas meninas, particularmente, deram mais atenção a ele. Uma aparentava ter uns 9 anos e outra uns 6: Corriam, pulavam, escorregavam. Ás vezes elas saiam para conversar com uma senhora que estava sentada próximo as colinas. E eu, atentamente, observava tudo.
Num segundo de distração (pois estava com meu irmão cadeirante), vi que as meninas estavam segurando a mão dele e correndo em direção a porta de saída para fora do shopping.
Gritei seu nome e imediatamente ele se soltou e voltou pra mim.Aí vem o mais estranho: A senhorinha não estava mais sentada no banco e as meninas sumiram porta afora.
Me deu um desespero.
Joguei sacola, deixei meu irmão e saí chamando segurança, polícia e quem mais eu pudesse.
Lembrei que havia tirado fotos enquanto eles brincavam e saí em busca de um lugar para revelar as mesmas (pois é, na época não havia a digital ainda).
BINGO. Acidentalmente eu tinha tirado foto das meninas e de quebra da senhora que estava sentada.
Um alerta foi emitido e depois fiquei sabendo que estava acontecendo sequestros de crianças nesse padrão: duas crianças brincavam enquanto um carro esperava do lado de fora.Elas ofereciam bala, presente e o que mais pudesse chamar atenção de outra criança para assim atraírem elas para fora do estabelecimento.
Sempre conto esse caso como um alerta. Rodrigo agora é um homem. Tem 17 anos e tudo não passou de susto muito grande.Não sei se conseguiram pegar essa quadrilha. Me mudei de cidade logo depois do ocorrido.Agora me preocupo com a Pietra, que irá completar 3 anos mês que vem. Apesar de ela não ser tão carismática quanto o irmão, se houverem outras crianças num recinto e -de quebra – ainda oferecerem chocolate, acredito que ela sairá correndo.
Por isso, Mamães, não desgrudem os olhos de seus filhos!!!Às vezes vejo crianças num parquinho mesmo dentro do shopping, enquanto os pais conversam distraídos ou até mesmo estão usando celular.
É questão de segundos. Num piscar de olhos.Me arrepio só de pensar em quanta maldade há nesse mundo.
Beijos, Si.”Si Biscaro é mãe do Rodrigo e da Pietra, de Jundiaí-SP.
Vejam com os próprios olhos como bastam segundos de desatenção:
Esse vídeo, em inglês, mostra 7 casos pegos pela câmera de crianças praticamente tiradas do circulo de suas famílias. Em segundos de distração.
Leia também:
O dia que percebi que terei de falar sobre estranhos à minha filha de 3 anos
Nunca obrigue seus filhos a dar beijos e abraços em parentes

Cintia Cassimiro Moresi
4 de abril de 2017 at 23:34Assustador! Assisti o vídeo em lágrimas
Mamãe Plugada
5 de abril de 2017 at 01:39Muito! ?
Vanessa Angelico
2 de abril de 2017 at 12:24Vladimir cunha
Vanessa Angelico
2 de abril de 2017 at 12:25Vladimir Da Cunha Cunha
Mãe Em Foco
2 de abril de 2017 at 03:24Uma verdade mesmo
Cristiane Froehlich
1 de abril de 2017 at 16:05Liziane Froehlich Carlos Ernesto Scherer
Carla Ferreira Alves
1 de abril de 2017 at 13:37Assustador, fiquei arrepiada … Q mundo é esse…
Krishna Paz
1 de abril de 2017 at 13:09Débora Cristina Damys Paz Phricila Cardoso
Sandra S Silva
1 de abril de 2017 at 11:39Aline Salvador
Aline Salvador
1 de abril de 2017 at 14:41?
Marilena P. Mariz
1 de abril de 2017 at 11:23E pode ser bem mais frequente do que tomamos conhecimento!
Cecilia Lorena Zen Ribeiro
1 de abril de 2017 at 09:58Renato Serrano Silva Pinto
Karina Cassiano Faria
1 de abril de 2017 at 04:17Angela Cristina Quaresma Fabricio Faria Fernando Cassiano