É tão difícil saber o que oferecer ou não aos nossos bebês, né? Principalmente com tanta “novas ondas de pesquisas” na internet e, principalmente, com a presença dos ‘palpiteiros’ de plantão (avós, tias e até amigas que acham que após os 6 meses a criança já pode comer de tudo). Já vi mães oferecendo Coca-Cola a bebês menores de 1 ano, alegando que “em casa foi sempre assim e ninguém morreu por causa disso”…
Pior coisa, quando vamos a um restaurante, os “palpiteiros de plantão”, que costumam a dizer que “o bebê não pode aguar (linguagem popular que significa “passar vontade”), soltam pergunta em relação comidinha do bebê: “que dó, ele vai comer só isso?”.
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Gente, não é só isso!!! É TUDO isso! Se você faz uma papinha balanceada, como explicado pelo pediatra da Clara num outro post daqui do blog (link), este pequeno pratinho bem elaborado tem tudo que o bebê precisa. E ele não vai perder nada se não comer as besteiras que as pessoas acham tão indispensáveis. E, se ele não sabe o sabor de um doce, não tem porque passar vontade, muito menos porque desejá-lo.
Segue abaixo a lista dos alimentos que devem ser EVITADOS nos primeiros 2 anos de vida da criança, e uma breve explicação do porquê disso:
A maioria das crianças dessa idade precisa das calorias e da gordura presentes no leite integral para crescer (reforçando que o ideal ainda é o leite materno e, na ausência deste, a fórmula ou Leite Artificial – LA). Até a gordura é saudável, pois existem vitaminas que são lipossolúveis, ou seja, precisam da gordura para ser absorvidas. Depois que a criança fizer 2 anos, dependendo da situação, o pediatra pode orientar a adoção de um leite semidesnatado.
Chocolate, balas e pirulitos – O chocolate é rico em açúcar, gordura e cafeína, e até os 2 anos o açúcar deve ser evitado ao máximo. Pelo mesmo motivo balas e pirulitos também estão proibidos nesta fase. Além de conterem açúcar em excesso, esses doces ainda oferecem risco de a criança engasgar.
Achocolatados – Açúcar demais! Seja na versão em pó ou de caixinha, o melhor é não oferecê-los aos bebês.
Café – É rico em cafeína (meio óbvio, rsrs). Estudos sugerem que o consumo moderado de café só aconteça após os 3 anos.
Salgadinhos e biscoitos doces – Contêm excesso de sódio, ingredientes transgênicos, glutamato, gorduras e corantes. Prefira as versões caseiras. Tão simples fazer um biscoito de polvilho caseiro e, aqui no blog, tem a receita! ? Link aqui
Embutidos e comidas prontas – Salsichas, presunto, peito de peru, mortadelas e salames são ricos em sódio, conservantes e corantes e são pobres em nutrientes. Dê preferência aos queijos brancos. O mesmo vale para os alimentos comprados prontos, como nuggets, hambúrgueres, almôndegas, lasanhas e pizzas.
Refrigerantes – Neles tudo é artificial. Então… No way!!!
Bebidas lácteas e fermentadas – A grande maioria dos iogurtes, assim como os famosos petit suisses, têm açúcar, corantes e conservantes. Opte pelas versões naturais. Para adoçar bata com frutas. Já as bebidas fermentadas têm a vantagem dos probióticos, mas também devem ser evitadas pelo excesso de açúcar.
Bebidas à base de soja e sucos industrializados – O consumo de soja não é recomendado para bebês, pois o grão oferece alto risco de alergias. Quanto aos sucos, fuja das versões prontas, que são ricas em açúcar e conservantes. Leia mais aqui https://www.mamaeplugada.com.br/2014/08/leite-de-soja-para-bebes.html
Macarrão instantâneo – É a festa do sódio, tanto no macarrão quanto na mistura que dá sabor ao macarrão. Além disso, é só carboidrato. Esqueça esse ‘alimento’.
Gelatina – Tem corante, açúcar e nada mais. Libere o consumo somente após os 2 anos.
Mel – As crianças não devem ingerir mel antes do primeiro ano de vida. O alerta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é baseado em estudos que mostram a presença de bactérias causadoras do botulismo intestinal em amostras de mel. O botulismo é uma intoxicação alimentar que atinge o sistema nervoso e pode causar tremores, dificuldade de deglutição, moleza no corpo e falta de apetite. Em casos mais graves, há o risco de insuficiência respiratória e de complicações neurológicas. De acordo com o Guia Brasileiro de Vigilância Epidemiológica, a doença é responsável por 5% das mortes súbitas em crianças menores de 1 ano de idade.
Pediatras dizem que isso acontece porque o sistema gastrintestinal da criança ainda não está totalmente desenvolvido. Já os “maiorzinhos”, assim como os adultos, eliminam o bacilo Clostridium botulinium, o responsável pelo problema, sem dificuldade. Por isso, não corre o risco de sofrer intoxicação.
E a história das alergias???
Há polêmica entre os especialistas quanto à estratégia de adiar ao máximo a introdução de alimentos que possam causar reações alérgicas. O pediatra da Clara, por exemplo, é contra adiar! Ele acredita que, introduzindo este grupo de alimentos até os 9 meses de vida, o risco da formação da alergia diminui significativamente. A outra vertente, e recomendação mais tradicional é, no caso de crianças com familiares alérgicos, esperar até 1 ano para dar pela primeira vez alimentos como clara de ovo e frutas vermelhas. Como em casa não temos este histórico e o pediatra segue a primeira vertente, minha baby já provou todas as frutas vermelhas e ovos (e AMA).
Seguindo a teoria do pediatra da Clarinha, estudos começaram a demonstrar que esse ultimo tipo de atitude (tirar estes alimentos da dieta da criança) não evita o surgimento da alergia.
Clara de ovo, amendoim, castanhas, frutos do mar e peixes são os alimentos que mais causam alergia, além de leite, trigo e soja. Componentes de alimentos industrializados, como corantes, também podem causar reações alérgicas.
Quando você for dar algum desses alimentos pela primeira vez ao seu filho, observe-o bem, e não dê muitas novidades ao mesmo tempo, assim fica mais fácil de identificar uma possível reação.
Fonte: Baby Center

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Fátima Lima
12 de abril de 2017 at 16:28Caroline Campi
José Lopes
José Lopes
12 de abril de 2017 at 17:07É exatamente isso q estamos tentando… ????
Aleteia Brito
12 de abril de 2017 at 15:57Ricardo Pardi olha
Andressa Rieger Fagundes
12 de abril de 2017 at 15:56Isso mais pura verdade..
Não interesa se é organico integral não presta o melhor é fazer em casa ..
Mariana G Lopes
12 de abril de 2017 at 15:43Daniel Mendes
Mariana G Lopes
12 de abril de 2017 at 15:43Leticia Hawerroth Biscuola
Ines Pedroso
12 de abril de 2017 at 15:41Bruna Balarotti
Elisa Azevedo
12 de abril de 2017 at 15:08Daniel Mello
Be ALemos
12 de abril de 2017 at 14:13Marina Lemos
Fernandes Ferreira
12 de abril de 2017 at 13:56Kenia Da Silva Lara Bastos
Talita Justino
12 de abril de 2017 at 13:45Alexandre Robes