Amãedurecimento como resolução de ano novo

Mulher não nasce mãe, aMãedurece, num constante aprendizado e metamorfose. Num caminhar único e de surpresas, onde mapas, manuais e GPSs levam a um caminho que não o nosso.

Estou amãedurecendo, e esse processo não acaba num click, num upload, numa googada. Dá-se no silêncio da reflexão pessoal.

“Amãedurecer” não é um evento único, onde finalmente comemora-se a equilíbrio mulher-maternidade. São momentos que se sucedem continuamente: as aflições de ontem deixam de ser, dando lugar a outras, completamente diferentes.

E assim sigo, a cada dia mais “amãedurecida”, matando uma culpa por dia, vencendo fase por fase.

A cada dia abrem-se e fecham-se ciclos. Um dia no passado pude não ter entendido algo e me afoguei nas lágrimas do desconhecimento, mas hoje estou vendo beleza nisso. Buscando equilíbrio na corda bamba.

Aprendendo a flutuar a cada perda de chão. Porque ninguém é obrigado a se afogar para virar mártir em nome do amor.

Aliás, ninguém é obrigado a nada.

Mas ao escolher a luz presenteia-se a humanidade, como os fogos de artifício, em todos se beneficiam da beleza do seu espetáculo!

Uma boa educação para nossos filhos é o melhor presente que podemos deixar para o mundo”.

Por Marrie Ometto, autora de “Desapareci ao Virar Mãe, Mas Reencontrei-me”, excelente presente para novas Mamães!


Mulher não nasce mãe, "amãedurece"

Ser mãe é padecer no PACIENCISMO

Maternidade: metamorfoseando a mulher

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