Qual é a hora certa das coisas, quando não se vive só?
O momento conveniente para mim? O para a criança? O do marido? Ou a hora em que simplesmente as coisas se propõe a ser?
Parece uma pergunta tosca, né? Mas no dia a dia, pelo menos na minha casa, ela é crítica.
Explico: existe o pico dos horários do ALMOÇO + ARRUMAR LANCHEIRA + TIRAR A MESA + ARRUMAR A MENINA PARA A ESCOLA + ME ARRUMAR + ESCOVAR OS DENTES + LEVAR PARA A ESCOLA. Nesse meio tempo, as louças do almoço ficam para depois. Deveriam?

Eu acredito que deva colocar essas atividades do pico de uma tal maneira que a Clara não chegue atrasada na escola. Acredito na pontualidade como importante valor de respeito.
Mas quando digo que preciso de ajuda com as coisas prioritárias ao meu marido, ele não entende. Diz que fará o que ele quiser, na hora que achar conveniente.
Não, ele não fica parado. Mas vai fazer coisas que não estão na lista do rush, como lavar as louças calmamente.
Ao ver isso, me pergunto: será que eu estou errada em querer que os esforços dele estejam direcionados para o que realmente precisa (levar nossa filha para a escola pontualmente)? Será que essa pontualidade é algo que só eu valorizo? Por que é que coisas tão simples no dia a dia distanciam tanto um casal?
Às vezes me sinto tão sozinha a dois…
Serão as forças da conveniência? Por que o que é conveniente a mim, é ao outro? Há um denominador comum?
Um beijo, Marrie #reflexoesplugadas

Luciana Lopes
8 de junho de 2017 at 00:08Juliana Lopes
Aline Hummel
7 de junho de 2017 at 16:50Eu acredito que as mulheres tem a rotina toda na cabeça. Os homens não…A maioria pelo menos. Eles são mais desligados…E nós somos preocupadas demais…Pensamos demais e queremos controlar tudo. Acho que um meio termo é interessante…
Natalian Silva
7 de junho de 2017 at 14:47Marrie, nós mulheres vemos a rotina de outra forma. Vivi o mesmo dilema. E tenho tentado respeitar o tempo do meu marido e não priorizar os afazeres domésticos. Tem funcionado. Ele, no tempo dele, tem visto sozinho e executado as atividades domésticas, muito mais do q quando eu ficava quase implorando por ajuda. Hj ele não me ajuda mais, ele simplesmente faz a parte dele. Mas precisamos aprender isso juntos. Ele sedendo de um lado, e eu do outro. Não é um mar de rosas, mas não me sinto mais sozinha a dois. ❤
Priscilla Bousquet
7 de junho de 2017 at 12:40DEpois lê esse texto é perfeito! Mamãe Plugada https://www.facebook.com/alexandre.c.amaral/posts/10213051646587199
Mamãe Plugada
7 de junho de 2017 at 12:48Sensacional!!!
Aline Turano
7 de junho de 2017 at 11:34Estou passando por essa mesma solidão desde que minha filha nasceu. Realmente a expectativa de que ele seria um parceiro está acabando com nosso casamento e comigo. Tem dias que fico doida p falar p ele ir embora. Mas gosto dele e tento olhar além de tudo q espero dele. Estamos segurando mas não sei até quando…
Sueli Lemos
7 de junho de 2017 at 10:04Infelizmente homem e mulher pensam diferente… a mulher é sempre mais pró ativa do que o homem, pensa e faz muitas coisas ao mesmo tempo enquanto eles priorizam o que lhes convém. Como mulheres e contra esse tipo de atitude, vinda deles, só nos resta educar nossos filhos para que sejam diferentes, para que, no futuro, suas parceiras não passem pela mesma experiência que nós…
Talita Nóbrega
7 de junho de 2017 at 08:27Bruna Fameli Sueli Lemos
Eline Souto Oliveira
7 de junho de 2017 at 06:02Luis Carlos Oliveira
Mirella Mi
7 de junho de 2017 at 04:09É mais comum q imaginamos! Sentimento frustrante! Mas tento entender q homens pensam diferente … e bola p frente!!! …..
Antonia Albanus
7 de junho de 2017 at 03:55Amei Marrie. As vezes também me sinto sozinha a dois… Amei os comentários também, é bem complicado, pois a “obrigação” parece que é sempre nossa… gostaria de saber onde tá escrito isso? Dia destes mandei pelo watts este texto que segue o link e ele ficou bravo, falou que eu estava dando indireta, engraçado que eu me achei tão direta…
http://tudosobreminhamae.com/blog/2017/5/4/o-trabalho-invisvel-das-mes